quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Dramática não, emotiva!

Veja bem, as pessoas confundem! Choro assistindo filme romântico, água com açúcar, meio dramático. Choro de raiva, de ódio. Choro de pena de mim, de arrependimento. Choro sem saber porquê. Choro de rir com uma frequência incrível! Eu me envolvo com as pessoas com mais frequência que as outras, tenho uma conexão com a minha almna fora do normal e isso com certeza conta muito como explicação para o que outras pessoas possam vir a chamar de drama. Para mim, nada tem a ver com drama, e sim com emoção.
Nós, emotivos, nos entregamos com mais frequência que as outras pessoas e temos uma ligação muito íntima com a gente mesmo. Sou daquelas que enquanto não encontra solução para um assunto não descansa. Daquelas que o coração e a cabeça brigam para convencer qual a maneira mais certa de agir e sempre acabo dando o coração como o grande vitorioso. Claro que eu sofro com esse meu jeito "lá vou eu, 100% de cabeça" ; "tem que ser por inteiro", mas ganho muito com os meus sofrimentos e nessa intensidade toda acabo atingindo cada ápice que gente de 55 anos ainda não viveu. É meu jeito, esta sou eu.
E contra muitos dizeres de que os emotivos são infelizes, discordo completamente. Nós, emotivos, tão normalmente confundidos com os dramáticos, vivemos muitas alegrias. Acho que vivemos mais pra gente, somos fiéis aos anseios da nossa alma, e tentamos sempre que possível agradá-la. É assim quase sempre.
"E se quer saber se eu quero outra vida... não, não..." - te devoro, Djavan

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