sábado, 20 de setembro de 2008

Professor, o que é que cai na prova?

Sabe, a gente passa a vida dentro de uma sala de aula aprendendo a fazer contas de 40 cm cada uma, e aprende a falar não sei quantas tantas outras línguas, e aprende a decorar uma tabela periódica com nomes como halogênio e alcalinos terrosos, mas não somos capazes de entender aquilo que a gente sente quando fecha os olhos e está sozinho. Não somos capazes de confiar nas pessoas, e o mais importante: não somos capazes de acreditar em nós mesmos. Essa é a pior parte!

Vivo me perguntando porque é que não temos aula na escola sobre "Amor" com lições de conhecimento profundo, onde a gente não necessariamente aprenda, mas se acostume à idéia de amar verdadeiramente e conhecer o que isso representa a fundo. Talvez, em um mundo onde nos fosse dedicado um tempo, exclusivamente nosso, onde tivéssemos um contato íntimo com a gente mesmo, a maldade perderia espaço, porque sou grande defensora de que o amor próprio é a cura para 97% das coisas.


Porque não, segunda feira, segundo horário "Aula de Conexão Espiritual", "Aula de solte sua raiva". Último horário de sexta feira "Aula de Amor à si próprio". A gente não iria encontrar tanta gente infeliz e desesperada por terapeutas. Porque a gente não vai ter que lidar com alcalinos terrosos, nem com conta de 40 cm a vida inteira, mas com a gente mesmo? Isso é pra sempre.


Tá aí uma coisa que eu apoio: Eu apoio a Aula do Amor!

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